Aqui o autor - Dieter Dellinger - ex-redator da Revista de Marinha - dedica-se à História Náutica, aos Navios e Marinha e apresenta o seu livro "Um Século de Guerra no Mar"
Domingo, 23 de Outubro de 2005
Os Primeiros Tiros da II.Guerra Mundial
Nelson.jpg

Couraçado NELSON, o navio-chefe da poderosa Armada Britânica. Deslocava 41.250t armado com 8 peças de 402 mm e 12 de 152 mm.

LOGO PELA MADRUGADA

Os convites apresentavam uma enorme cruz suástica e foram entregues por marinheiros corteses. No dia 1 de Setembro de 1939 deveria ter lugar no velho couraçado pré-dreadnought Schleswick-Holstein da marinha germânica uma festiva recepção em honra dos responsáveis alemães e polacos pela cidade livre de Danzig e porto polaco de Gdynia. O couraçado que servia de navio-escola de cadetes, datado de 1906, estava amarrado de popa ao porto de Danzig-Neufahrwasser em visita de “cortesia”. Entre este porto e a foz do Vístula situa-se um longo promontório com as fortificações polacas de Westerplatte. A norte existe outra língua de terra com os cais de Hella da marinha de guerra polaca no seu extremo.

A Sociedade das Nações autorizara o estacionamento de uma força polaca de 198 soldados de infantaria no Westerplatte. O comandante dessa força fora também convidado para a recepção a bordo do Schleswick-Holstein, tal como o chefe das alfândegas polacas, o comandante do porto de Gdynia e demais autoridades polacas e os representantes dos 300 mil alemães da cidade livre de Danzig. Os convidados esperavam beber vinho do Reno e cerveja bávara, mas em vez disso receberam, pelas cinco da madrugada, granadas dos 4 canhões de 280 mm e 14 de 150 mm que bombardearam impiedosamente a área fortificada de Westerplatte.

O canhoneio naval foi pouco depois acompanhado pelos ataques dos bombardeiros em voo picado “Stukas” (Junkers 87) na tentativa de destruir a marinha polaca e todo o sistema de defesa costeira, mergulhando à velocidade constante de 350 milhas horárias para largar duas bombas de 550 kg ou quatro de 250. Poucas horas depois, os alemães fazem desembarcar tropas que traziam escondidas no velho couraçado alemão e mais uns tantos homens a partir de vedetas rápidas apoiadas pelo fogo do couraçado gémeo Schlesien, mas em vão, retiraram-se para o território alemão limítrofe.

A guarnição polaca de Westerplatte aguentou heroicamente a agressão germânica durante cinco dias e cinco noites até ser quase totalmente dizimada. Por sua vez, as forças de marinha em Hella resistiram até ao dia 1 de Outubro de 1939, quatro dias mais que a própria capital do país, Varsóvia, e foi mesmo a última porção de território polaco a ser conquistada pelos agressores nazis.

Foram os primeiros tiros disparados na imensa tragédia que foi a II. Guerra Mundial de que resultou a morte de 55.293.500 homens e mulheres, dos quais 7.375.800 foram baixas alemãs. A marinha de guerra alemã perdeu 95 mil homens, tanto a bordo dos navios afundados como em combates terrestres travados por unidades de infantaria de marinha e marinheiros desembarcados, enquanto a “Royal Navy” viu 55 mil dos seus homens morrerem pela Pátria. A maior parte dos marinheiros mortos no conflito ficou em sepulturas sem flores, pois como diz a velha canção marinheira alem㠓Não há flores na sepultura do marinheiro”.

À hora em que o velho Schleswick-Holstein iniciava o bombardeamento das posições polacas, as tropas nazis levantavam as barreiras fronteiriças e penetravam na Polónia sem atender aos insistentes pedidos da diplomacia polaca para resolver pacificamente a questão do chamado “corredor de Danzig”, a saída para mar concedida à Polónia pelo Tratado de Versalhes que pôs fim à I. Guerra Mundial.

A ordem de ataque foi dada pessoalmente pelo ditador Hitler, a quem todos os militares e funcionários civis tinham jurado obediência pessoal logo após a morte do velho presidente Hidenburg.

Não houve declaração formal de guerra. Dias antes, o ministro dos Negócios Estrangeiros Ribentrop conseguiu assinar um Pacto de Não Agressão com o seu colega soviético que dava todas as garantias ao “Reich” (Império) de não se ver envolvido num conflito em duas frentes.

Para o efeito, Estaline viu-se obrigado a substituir o seu ministro para os assuntos exteriores Litinov por Molotov, já que o primeiro percebeu bem o carácter absurdo de tal pacto. Mas quem manda são os ditadores, e a Alemanha foi para a guerra com a aquiescência de Estaline, sem que algum general ou almirante alemão tivesse verdadeiramente apoiado a política de guerra.

O regime hitleriano não admitia opiniões opostas e era mais do que “sui generis”. Limitava-se à pessoa de Adolfo Hitler que na ocasião era a própria constituição, o parlamento, o governo e tudo mais. Apesar de ter alcançado o poder de uma forma mais ou menos democrática, Hitler tornou-se rapidamente num ditador por via de uma série de assassinatos e golpes sujos. Perdera as eleições presidenciais de 13 de Março de 1932 com uma diferença de 6 milhões de votos a favor do octogenário Marechal Hidenburg. Mas foi depois nomeado Chanceler pelo presidente eleito quando o seu minoritário partido nazi conquistou 230 lugares num Parlamento de 610 e obteve o apoio do partido centrista cristão e do anterior Chanceler Von Papen. Este tornou-se vice-chanceler de Hitler, pois foi a condição imposta por Hidenburg para nomear o futuro ditador como chefe do Executivo. Uma vez no poder, Hitler manda os seus apaniguados lançarem fogo ao Parlamento (Reichstag), a 28 de Fevereiro de 1933, acusando os comunistas de modo a prender os respectivos deputados.

Todos os discursos do ditador caracterizavam-se pelo ódio espumante, gritaria e clamorosos erros de gramática, perfeitamente evidentes para todo o conhecedor da língua alemã nos vídeos que estão aí à venda.

Depois do decreto de Hidenburg, Hitler organiza novas eleições em clima de grande pressão com sociais-democratas e comunistas metidos em campos de concentração e os seus jornais assaltados e destruídos pelas milícias SA do Partido Nazi. Mesmo assim, só consegue 44 por cento dos votos. Mas, com mais de 100 deputados eleitos pela oposição presos e com o apoio dos católicos conseguiu que o novo Parlamento reunido na sala da Ópera Kroll, fortemente guardada pelas SA, aprovasse uma lei que lhe conferiu todos os poderes executivos e legislativos.

Após a morte de Hidenburg, a 2 de Agosto, para não ter de jurar a Constituição de Weimar, Hitler não assume a presidência para a qual uma lei de 1 de Agosto, falsamente assinada por Hidenburg, o designara como sucessor provisório.

O ditador preferiu inventar o título de “Führer” (Condutor), sem qualquer carácter constitucional, e assumir o comando das forças armadas. Mas, não sem que antes tivesse assassinado pessoalmente Ernst Röhm, o chefe das milícias SA, e quase todos os seus principais dirigentes, que o eram também do partido Nazi. O objectivo era consolidar o seu poder puramente pessoal sem que alguém como o chefe das SA pudesse vangloriar-se de ter colocado Hitler no poder.

Hitler foi bem um pobre produto dos erros das democracias burguesas e partidos comunistas que no pós-Guerra Mundial tornaram não só a vida impossível a uma Alemanha pacífica e social como fizeram do pacífico e democrático SPD – Partido Social-Democrata - o seu principal inimigo.

Nenhum dos aliados da I. Guerra Mundial quis prescindir das gigantescas reparações impostas aos alemães nem abrir as portas de um Mundo colonizado ao comércio livre. O resultado foi que a II. Guerra Mundial custou a todos milhões de vezes mais que as reparações alemãs e com os socialistas democráticos alemães e outros partidos da democracia de Weimar teria sido possível fazer então a Europa pacífica que se fez depois da II. Guerra Mundial.

A Polónia cai rapidamente, a sua marinha quase não combate dada a manifesta superioridade aérea dos alemães que ao atacarem de surpresa conseguiram eliminar a força aérea polaca nas primeiras horas de combate.

Junto ao cais de Hella, os “Stukas” afundam o torpedeiro “Mazur”, ex-alemão V105, o primeiro de uma longa lista de navios afundados em quase seis anos de conflito mundial. Depois coube a vez ao excelente contratorpedeiro Wicher de 1.920 toneladas e 4 peças de 130 mm que também foi afundado pelos bombardeiros tácticos. Os restantes contratorpedeiros; o Burza igual ao Wicher e os notáveis Blyskawica e Grom de 3.383 toneladas e 5 peças de 120 mm conseguiram refugiar-se na Grã-Bretanha, batendo-se com brilho na Batalha do Atlântico juntamente com outras unidades que os ingleses cederam às forças da Polónia Livre.

Os ingleses utilizaram largamente os democratas polacos nas suas chamadas “forças livres” para depois os traírem ao deixarem a Polónia entregue ao ditador Estaline e sujeita a uma ditadura de que só se libertou quase meio Século depois da guerra terminar. Com a invasão da Polónia, o governo inglês, que tinha um Pacto de Apoio com a Polónia, enviou um ultimato a Hitler para cessar as hostilidades, o que não foi respondido na íntegra. O ditador alemão só aceitava uma Polónia polaca, isto é, sem os territórios alemães, bielorussos e ucranianos. Por isso, a 3 de Setembro de 1939, a Inglaterra declara guerra à Alemanha, no que foi seguida pela França.

Para impressionar os aliados, Hitler convidou os russos a atacarem a Polónia cerca de duas semanas depois, o que fizeram apesar de terem assinado em 1934 um Pacto de Não Agressão com a Polónia em termos muito semelhantes ao que firmaram com os nazis. Mal sabia o ditador Estaline que também viria a ser vítima da mesma falta de ética. Os aliados anglo-franceses não se impressionaram muito com a agressão soviética à Polónia, antes pelo contrário. Desconhecedores do clausulado do Pacto nazo-comunista, julgaram que a ocupação de parte da Polónia bem como das Repúblicas Bálticas foi uma imposição de Estaline e viram nisso uma evidente fraqueza da Alemanha Nazi e prelúdio de um grande conflito entre esta e a URSS. Daí não terem aceite a proposta de Paz que Hitler fez chegar aos governos da Inglaterra e da França após a conquista da Polónia, na qual comprometia-se a refazer um pequeno estado polaco independente sem os territórios de população alemã nem os que tinham cidadãos ucranianos e bielorussos. Saliente-se aqui, a título de curiosidade, que o tratado assinado entre a Inglaterra e a Polónia obrigaria os britânicos também a entrarem em guerra com a União Soviética. Foi também essa uma das razões porque Hitler convidou Estaline a invadir a Polónia. Só que tal não aconteceu por não ter qualquer sentido, teria sido mesmo uma espécie de suicídio das duas únicas grandes democracias europeias a entrada em guerra simultânea contra Soviéticos e Nazis.

Hitler ficou surpreendido com a declaração de guerra da Inglaterra e da França à Alemanha, mas estava preparado para o facto, tanto mais que pensava que os “vermes”, como designava os franceses, não seriam capazes de atacar, deixando-se ficar nos fortes da Linha Maginot. Nessa altura, os ditadores comunistas e nazo-fascistas acreditavam que o Estado centralizado e impiedoso a todo o transe seria sempre mais forte que o Estado democrático. Por outro lado, os aliados tomaram conhecimento da forma silenciosa como o povo alemão aceitou o começo da guerra, quase que de luto. Não houve manifestações, nem a favor nem contra, só o profundo silêncio de um povo que não esqueceu a tragédia da guerra de 14-18 e o tremendo desastre que foi a crise económica de 1929 e anos subsequentes aliado ao drama do desemprego em massa e pagamento de incomportáveis reparações aos aliados.

A marinha alemã estava sob a chefia de um Comandante Superior da Marinha “OKM”, o almirante Erich Raeder, que tinha uma posição hierárquica equivalente à de Ministro, tal como o chefe do Exército e da Aviação. O Estado-Maior da Marinha estava a cargo do almirante Otto Schniewind, havendo depois comandos de área e de serviços. Sabendo-se que a invasão da Polónia poderia levar a Alemanha a entrar em guerra com a Inglaterra e a França, as reduzidas forças navais alemãs foram dispostas de modo a atacarem a navegação britânica logo nas primeiras horas e criar um máximo de confusão. Assim, antes de iniciado o conflito, Raeder enviou para o Atlântico os couraçados de bolso Graf Spee e Deutschland, além de 18 submarinos. Em Novembro seguiram também para o Atlântico o Scharnhorst e o Gneisenau.

Dez horas depois da entrada da Grã-Bretanha no conflito, o submarino alemão U-40 afunda o paquete desprotegido Athenia ao largo das Ilhas Hébridas. O paquete da “Donaldson Atlantic Line” com 1400 passageiros a bordo foi torpedeado às 7 da tarde depois do tenente Fritz Lemp ter dado ordem de fogo. A explosão fez saltar uma das anteparas e matou um certo número de pessoas que se encontravam por perto, nomeadamente na sala de jantar da classe turística. Ao todo perderam a vida 113 passageiros, dos quais 28 norte-americanos, já que o navio dirigia-se a Nova Iorque. Só às 11 da manhã desse dia é que os passageiros foram informados de que havia um estado de guerra entre o Reino Unido e a Alemanha, pelo que muitos dos sobreviventes julgaram que a explosão resultou de um acidente na casa das caldeiras, não sendo capaz de imaginar que a marinha nazi estava já preparada para afundar paquetes obviamente inofensivos. O comandante do submarino confundiu o Athenia com um cruzador auxiliar de bloqueio, dado navegar sem sinais e aos ziguezagues.

Para além deste triste episódio, a guerra no mar começou pela acção dos dois “couraçados de bolso” contra a navegação aliada e pela guerra submarina. Mas, dada a falta de recursos navais, os alemães pouco podiam fazer apesar de alguns êxitos iniciais.

A marinha de superfície alemã estava em reconstrução; os dois grandes couraçados Bismarck e Tirpitz ainda se encontravam nos estaleiros quando começou a guerra, tal como o porta-aviões Graf Zeppelin que nunca chegou a ser incorporado. Operacionais estavam dois couraçados rápidos de 38.900 toneladas, armados com 9 peças de 280 mm, o Scharnhorst e o Gneisenau. Os três couraçados de bolso Graf Spee, Scheer e Deutschland também estavam em serviço. Este último recebeu depois o nome de Luetzow, já que o ditador não queria que um navio com o nome Alemanha pudesse ser afundado. Armados com 6 peças de 280 mm, eram bons navios corsários, mas ineficazes contra forças de superfície superiores ou aéreas. Deslocavam oficialmente 10.000 toneladas, contudo o deslocamento verdadeiro era de 15.900 toneladas standard e 16.200 máxima, sendo os primeiros grandes navios de casco soldado, poupando muito peso. A motorização era constituída por 8 motores diesel a dois tempos e 9 cilindros cada que permitiam atingir 28 nós com um total de 54 mil cavalos-vapor de força. A fiabilidade dos motores era relativa como se veio a verificar depois, além de serem demasiado pesados e altos. A protecção blindada era apreciável com uma cintura de 75 mm e nas torres de 140 mm.

Forças Navais em Setembro de 1939:

Porta-aviões: 07 aliados, 00 alemães Couraçados: 22 aliados, 02 alemães Cruzadores: 85 aliados, 11 alemães Submarinos oceânicos: 135 aliados, 27 alemães Destroyers: 184 aliados, 21 alemães

De entre estas unidades, os britânicos contavam com quinze grandes navios de combate (couraçados e cruzadores de batalha), os franceses com sete, enquanto os alemães dispunham de dois couraçados rápidos e três couraçados de bolso que mais não eram que cruzadores pesados construídos entre 1929 e 1931.

Para além do infeliz afundamento do Athenia, a marinha de Raeder registou um êxito espectacular logo no início do conflito. Foi o afundamento do porta-aviões britânico Courageous pelo U-29 sob o comando do capitão-tenente Otto Schuhardt, a 17 de Setembro, a oeste do Canal da Mancha. O U-29 tinha avistado um navio mercante de umas 10 mil toneladas, preparando-se para o atacar, mas este afastou-se com a uma velocidade excessiva para ser perseguido pelo submarino, deixando a descoberto bem na sua frente o gigantesco Courageous de 22.500 / 27.560 toneladas. Ao fim de duas horas de navegação imersa, o U-29 chegou à posição de tiro com um dos bordos do porta-aviões bem a pedir os seus torpedos, apesar de escoltado por “destroyers”. Quase instantaneamente, Schuhardt ordenou o disparo de três torpedos, mergulhando de seguida para 70 metros de profundidade a fim de evitar a retaliação da escolta. Duas explosões foram ouvidas no submarino, duas cargas de 350 quilos levaram em quinze minutos o porta-aviões para o fundo com 518 homens da sua infeliz guarnição.

Estava assim “vingado” o U-39 que três dias antes “torpedearam” o porta-aviões também britânico Ark Royal, ao largo das ilhas Hébridas, com torpedos providos de detonadores magnéticos que os fizeram explodir prematuramente sem molestar o gigante britânico. Na reacção dos contratorpedeiros da escolta, o U-39 acabou afundado com grande parte da respectiva guarnição.

Ambos os porta-aviões navegavam sem a conveniente protecção dos seus próprios aviões e o afundamento de um e a quase destruição de outro, levou o primeiro Lorde do Almirantado, W. Churchill, a ordenar o afastamento dos porta-aviões das missões de combate aos submarinos alemães, substituindo-os por “Grupos de Caça”. Estes grupos deveriam procurar no imenso oceano os pequenos e quase mergulhados submarinos em vez de escoltarem comboios de navios. Com pouco êxito, como é evidente. Tinha começado a grande “Batalha do Atlântico” com tantas vitórias e reveses de parte a parte e um longo cortejo de vítimas inúteis como são as de todas as guerras. Com o começo da guerra, a marinha britânica instalou-se novamente no norte, em Scapa Flow, e bloqueou as saídas dos navios alemães pelo Mar do Norte, enquanto fez atravessar a Mancha mais de meio milhão de homens e 88 mil veículos de combate e transporte militar. Mas, depois do ataque perpetrado pelo submarino U-47, a 13 de Outubro, em Scapa Flow, a esquadra britânico procurou abrigo no porto de Rosyth.

Efectivamente, o reconhecimento aéreo alemão tinha detectado uma falha no sistema de redes de protecção da baía de Scapa Flow contra submarinos. Por isso, o almirante Raeder encarregou o comandante Prien de tentar penetrar na baía com o seu U-47 e destruir algumas das grandes unidades de combate britânicas aí ancoradas. E foi tudo muito fácil, como sucede muitas vezes no início dos conflitos. O U-47 entrou na baía à noite, navegando sempre à superfície, torpedeou o couraçado Royal Oak, navio relativamente obsoleto, mas ainda poderoso com as suas 31.250 toneladas de deslocamento e as suas 8 peças de 381 mm e 14 de 152 mm. Fora incorporado em 1916 na “Royal Navy”. A proeza significou mais um golpe no orgulho britânico do que um êxito militar.



publicado por DD às 01:32
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