Aqui o autor - Dieter Dellinger - ex-redator da Revista de Marinha - dedica-se à História Náutica, aos Navios e Marinha e apresenta o seu livro "Um Século de Guerra no Mar"
Terça-feira, 4 de Outubro de 2005
A Guerra Submarina no Mediterrâneo
E 14.bmp



Submarinho E-14 que foi "esfaqueado" por um valente pescador turco



Quando o comandante Boyle do submarino E-14 olhava pelo seu segundo periscópio viu um “gigantesco” punhal a golpear os vidros de protecção e a óptica superior do seu instrumento de visão em navegação imersa. Um corajoso pescador turco num pequeno escaler a remos lançou-se contra o periscópio do E-14 precisamente quando este se preparava para torpedear uma canhoneira turca, em pleno Mar de Mármara, depois de uma movimentada viagem nocturna pelos 56 quilómetros do estreito dos Dardanelos; umas vezes à superfície para ser alvo das baterias de costa guiadas por holofotes; outras, em imersão, roçando perigosamente os cabos que amarravam as minas ao fundo do estreito.



Já no fim do percurso, um tiro de canhão destruiu o primeiro periscópio e agora era o segundo que sofria danos irreparáveis de uma forma pouco ortodoxa naquele dia quente de Abril de 1915, quando britânicos e franceses se esforçavam por vencer turcos e alemães na península de Gallipoli. Mas, Boyle não era homem para desarmar e conseguiu manter durante quase um mês uma guerra submarina naquele pequeno mar frente a Constantinopla, como então os turcos ainda designavam a actual Istambul. O seu E -14 era um pequeno submarino de 667/807t de 1914 armado com 5 tubos lança-torpedos e uma peça de 12, trazendo uma guarnição de 30 homens. De dia permanecia imerso e quieto e de noite fazia guerra à navegação turca, com todos os meios disponíveis, utilizando mesmo espingardas, mas sem grande êxito já que os turcos reduziram ao mínimo a navegação na zona e, por vezes, utilizavam navios cheios de refugiados para evitar o ataque. Mesmo assim, Boyle conseguiu torpedear um cargueiro com tropas e prejudicou largamente a actividade turca no Mar de Mármara. Durante algum tempo, o E-14 acompanhou naquele teatro de guerra o submarino australiano AE-1 que lhe procedeu.
Os ingleses conseguiram ter um a dois submarinos em acção no Mar de Mármara, durante todo o ano de 1915. O E-11 conseguiu afundar o velho couraçado turco Heireddin Barbarossa. Tratou-se de um antigo pré-dreadnought alemão, o ex-Kurfürst Friederich Wilhelm, de 10.501t, armado com 6 peças de 280 mm, 6 de 105 mm e 8 de 88 mm, construído em 1891 e cedido à Turquia em 1910. Antes dessa vitória, o E-11, comandado pelo capitão Nasmith, torpedeou um vapor atracado a um dos cais do arsenal do “Corno de Ouro” em plena Constantinopla e danificou com outro torpedo uma das docas secas do mesmo arsenal.



Como muito dos torpedos de 450 mm não explodiam, Nasmith arranjou um modo de os fazer flutuar após o percurso e depois recuperá-los, o que não deixava de ser uma tarefa extremamente perigosa.



Mas, o primeiro submarino britânico a penetrar nos estreitos foi o B-11 comandado por Holbrook que navegou imerso por debaixo das minas e ao chegar ao Mar de Mármara conseguiu torpedear com êxito o couraçado turco Messoudieh, o antigo pré-dreadnought Wörth, gémeo do Heiradiehn Barbarossa.



A força submarina anglo-francesa manteve a sua base na ilha grega de Tenedos, ao longo de toda a campanha de Gallipoli, mas os franceses não foram tão bem sucedidos como os ingleses. Além de perderem ainda no estreito dos Dardanelos os submarinos Joule, Saphir e Mariotte deixaram encalhar o Turquoise que foi capturado pelos turcos e integrado na sua própria marinha.



Quando os submarinos britânicos foram equipados com peças de 12 libras, passaram a atacar igualmente objectivos terrestres, nomeadamente linhas de caminho de ferro e, por vezes, desembarcavam equipes de sabotagem que colocavam aí bombas. Assim, o tenente Oyl Hugues do E-11 nadou uma vez até à margem com uma bomba que colocou numa linha de caminho-de-ferro.



Todos estes submarinos foram comandados e guarnecidos por homens extremamente corajosos, já que tinham que fazer um percurso minado e bloqueado por muitas redes anti-submarinas.



O E-12 de Bruce viu-se uma vez enrodilhado numa rede, safando-se muito a custo depois de mergulhar totalmente e avançar para frente e para a ré até rasgar a rede. Depois, viu um vapor a rebocar cinco veleiros e tentou abordá-lo, mas quando pretendia entrar num navio inimigo alguém lançou-lhe uma granada de mão que por sorte explodiu na água, enquanto outros turcos disparavam com espingardas. O E-12 afastou-se rapidamente e começou a disparar as suas granadas de 12 libras, quando um dos veleiros encostou-se ao submarino para lançar um cabo nas suas hélices, sem conseguir porque os ingleses responderam com um nutrido fogo de espingarda.



Enfim, nessa época pré-sonar e pré-radar, o submarino revelou-se uma excelente arma em mares estreitos. Os ingleses perderam quatro submarinos na campanha e os franceses número igual, mas afundaram dois velhos couraçados turcos, seis patrulhas, trinta e sete navios mercantes e uns duzentos veleiros.




Os Alemães Atacam no Mar Egeu e na Mancha




Ao mesmo tempo que os submarinos ingleses atacavam no Mar de Mármara, os alemães e austríacos faziam outro tanto no Mar Egeu. Aí os aliados, ingleses, franceses, australianos e neo-zelandeses, juntaram uma gigantesca armada e fizeram desembarcar um numeroso exército na vã tentativa de "esventrar o ventre mole dos impérios centrais" de acordo com um plano gizado pelo então primeiro lorde do Almirantado W. Churchill.



Como já era habitual na I. Guerra Mundial, Lord Churchill teimava em desconhecer o poder da defesa entrincheirada. A ideia era derrotar os turcos, aparentemente a potência mais fraca, e avançar para norte no intuito de reforçar as forças russas e alargar as linhas de defesa germano-austríacas de tal modo que nalgum ponto acabassem por ceder. Só que a Turquia bateu-se com uma bravura inesperada e os aliados não passaram para além de umas poucas praias na península de Gallipoli. Acabaram por retirar todas as suas forças a 2 de Janeiro de 1916. Para trás ficaram dezenas de milhares de mortos.



Fundamentalmente, os aliados não conseguiram passar as colinas costeiras de Gallipoli para visarem com suficiente pontaria as baterias turcas que flagelavam as tropas desembarcadas e a própria esquadra. Esta era constituída principalmente por couraçados pré-dreadnought escoltados por cruzadores ligeiros e "destroyers", além de navios mercantes para o transporte de tropas. A gigantesca força aliada atirava às cegas, enquanto os turcos se orientavam com uma eficácia maior ou menor pelas indicações dadas por alguns observadores de artilharia postados naquelas costas longas e sinuosas. Por outro lado, as poderosas peças de 305 mm e de outros calibres nunca conseguiram fazer calar as mortíferas metralhadoras turcas bem escondidas nos buracos abertos nos parapeitos das trincheiras.



O submarino alemão U-21 comandado pelo ás Otto Hersing averbou o primeiro sucesso da respectiva arma contra a esquadra aliada no Mar Egeu. Foi em Maio de 1915, um dia soalheiro com um mar chão sem a mais pequena brisa. O U-21 aproximou-se imerso da linha de couraçados que disparava salva sobre salva para as linhas turcas. Patrulhas e contratorpedeiros navegavam em torno dos gigantescos couraçados, mas ninguém parecia levar muito a sério as informações recebidas de que submarinos alemães estariam em vias de penetrar na zona. Hersing fazia sair o periscópio por poucos segundos; só para observar e ordenar novos rumos a seguir. A aproximação foi muito rápida, num instante o U-21 passou pelos três primeiros couraçados, vislumbrando na sua frente um único contra o qual ordenou o rumo a 10 metros de profundidade. Quanto deu a última espreitadela pelo periscópio viu que estava a uns 270 metro do colosso. Rapidamente Otto Hersing gritou "fogo" e do tubo da vante saiu o torpedo que poucos segundos depois explodia, fazendo ecoar uma segunda e violenta explosão de reverberação.



Hersing ficou preso ao periscópio a ver o couraçado Triumph envolto numa imensa nuvem de fogo e vapor de água, mas de todos os lados viu que torpedeiros e "destroyers" se dirigiam rapidamente para o seu submarino enquanto a distância ao couraçado ferido se aproximava com excessiva rapidez. Não havia outra fuga se não para a frente e para o fundo com a máxima potência dos motores eléctricos. A única saída era passar bem por debaixo do gigante britânico, o que foi conseguido para voltar à profundidade periscópica onde os contratorpedeiros não suspeitavam da sua presença.



Enquanto o Triumph se afundava após os dois grandes estrondos, a guerra parava nas trincheiras ali perto, em plena península de Gallipoli. Turcos e anglo-franceses olhavam, uns com horror, outros com alegria, o afundamento rápido do couraçado de segunda classe. Efectivamente, tratou-se do Triumph", um "pequeno" couraçado de 11.800t, armado com 4 peças de 305 mm e 14 de 190 mm, além de outras peças. Foi construído em 1902/3, na Inglaterra, para o Chile, em cuja marinha deveria ser o Libertad, só que o governo britânico decidiu comprá-lo para evitar que fosse vendido à Rússia como esteve quase para o ser. Tecnicamente era um navio pouco protegido mas bastante rápido para época, pois fazia vinte nós durante seis horas.



Foi uma verdadeira odisseia, a viagem do U-21 com outros submarinos desde a baía alemã até à base austríaca nas bocas de Catarro, ao sul da costa do actual Montenegro, à qual chegou com os depósitos de combustível quase vazios.



Após o ataque ao Triumph, o U-21 não regressou à sua base; limitou-se a permanecer sossegado durante vinte e oito horas no fundo do mar, emergindo na noite seguinte para recarregar as baterias e arejar o interior do navio que estava praticamente irrespirável. Depois voltou ao abrigo das águas profundas e já de dia emergiu para contemplar o horizonte através do periscópio na esperança de que os contratorpedeiros tenham-no esquecido, julgando que se retirou para a sua base. Por perto, viu o imponente couraçado Majestic rodeado de patrulhas e "destroyers" que esperavam proteger o grande navio de um ataque submarino. Mas, Hersing não queria perder a oportunidade, tanto mais que o mar estava então um pouco agitado; as ondas cobriam constantemente o periscópio, facilitando a vida ao capitão-tenente alemão que assim não seria visto com facilidade pelos navios da cobertura de protecção ao couraçado.



Mais uma vez, a sorte protegeu um audaz. O U-21 navegou rapidamente rumo ao Majestic e disparou um torpedo que acertou em cheio. Logo de seguida deu meia volta e afastou-se do local para não ser apanhado pelos "destroyers". Quatro minutos depois, o imponente Majestic de 16.060t voltava-se e ia para o fundo. Era também um pré-dreadnought de 1895 armado com 4 peças de 305 mm e 12 de 152,4 mm. Os ingleses só arriscavam em missões longínquas navios de segunda, já que o grosso da esquadra estava no norte das Ilhas Britânicas aprisionada pela ideia de que a esquadra alemã de alto mar pudesse sair dos seus portos.



Ainda chegaram a enviar o poderoso Queen Elizabeth para a boca dos Dardanelos, mas retiram-nos com medo de o ver torpedeado por um minúsculo submarino alemão. Isto numa controvérsia tremenda entre o Primeiro Lord do Almirantado, William Churchill, e o comandante da marinha Lord Fisher que acabou por se demitir para obrigar Churchill a mandar regressar o Queen Elizabeth na sequência de um ataque extremamente audaz da parte do pequeno torpedeiro turco que, navegando em marcha a ré, pelos estreitos dos Dardanelos consegue chegar ao largo de Sedd-el-Bahr e torpedear o couraçado Goliath de 13.150t e 4 peças de 305 mm.



Dadas as dificuldades em navegarem da Alemanha para o Mar Egeu, os alemães enviaram por caminho-de-ferro submarinos do tipo UB até Pola, a principal base austríaca no Adriático. Eram pequenas unidades de 127/142t com dois tubos para torpedos de 450 mm e 14 homens de guarnição. Foram muito utilizados no Canal da Mancha a partir de bases germânicas na Flandres ocupada, nomeadamente Ostende.



O primeiro ás foi, sem dúvida, o comandante do UB-15, Heino von Heimburg, que começou a averbar êxitos nos primeiros dias da sua actividade, quando torpedeou ao largo de Veneza o submarino italiano Medusa, precisamente a 10 de Junho de 1915. Um mês depois afundou o cruzador-couraçado Amalfi, apesar de estar protegido por numerosos torpedeiros. Poucas semanas depois, o submarino foi transferido para a marinha austríaca, enquanto Heino von Heimburg passou a comandar o UB-14 destacado para o Mar Egeu. Aí conseguiu torpedear um grande transporte de tropas, causando muitas baixas.



Mas o seu êxito mais invulgar não foi registado com o seu submarino, mas com um simples escaler, quando o seu barco estava a ser reparado na base de turca de Chanak. Perto da mesma, nos Dardanelos, soube que um submarino britânico ficou preso nas redes anti-submarinos do estreito. Seguiu logo para o local num escaler acompanhado pelo seu cozinheiro, Herzig, rebocando uma pequena mina que foi largada mesmo por cima do E-7 britânico, como veio a saber depois. A explosão da mina quase fez afundar o pequeno escaler, mas obrigou o submarino a subir à superfície e assim foi atacado por canhoneiras turcas que estavam por perto. Dada a impossibilidade de sobrevivência, os britânicos saíram do seu navio com bandeiras brancas, enquanto Heino e o cozinheiro subiam para o tombadilho do submarino. Este afundou-se logo a seguir.



Pouco tempo depois, os turcos conseguem apanhar nas suas redes o submarino francês Turquoise que foi apresado intacto com toda a sua documentação secreta, incluindo as coordenadas e hora de encontro com o submarino britânico E-20 a operar no Mar de Mármara.



O UB-14 de Heimburg foi destacado para surpreender o inglês, o que foi feito com um torpedo, cuja explosão fez desaparecer em segundos a unidade britânica com a sua infeliz guarnição.



Os alemães, entretanto, formaram uma flotilha do Mar Negro para atacar as forças navais russas, ao mesmo tempo que mantinham a pressão submarina contra a esquadra aliada no Egeu. Em Setembro de 1915, o UB-7 afundou o vapor inglês Patagonia ao largo do porto de Odessa e atacou o couraçado Panteleimon (o ex-Potemkin celebrizado no levantamento de 1905) nas proximidades de Varna.



Impressionados pelas proezas cometidas pelos seus submarinos no Mediterrâneo e Mar Negro, o comando alemão foi reforçando as suas flotilhas com mais unidades UB e UC, além de diversos submarinos oceânicos, que causaram estragos importantes na navegação aliada. Todos passaram a operar a partir da base austríaca de Catarro. No fim de 1915, 15 submarinos germano-austríacos tinham as suas bases no Adriático e outros cinco na Turquia. Em Janeiro de 1917, só a partir da base de Catarro operavam 22 submarinos, o que levou os britânicos a tentarem fechar o Canal de Otranto com um sistema de redes do tipo das usadas em Dover, mas com um sucesso muito limitado.
Nesse teatro de guerra tornou-se famoso o ás Lothar Arnauld de La Priére que aí afundou cerca de meio milhão de tonelagem naval e no fim da guerra comandou o submarino-cruzador U-139 na tentativa de afundar o paquete português S. Miguel, frustrada pela heróica resistência que lhe opôs o comandante Carvalho Araújo ao leme do seu pequeno pesqueiro Elite, transformado no caça-minas Augusto de Castilho, cuja história será descrita detalhadamente em próximo capítulo.



No Mediterrâneo, os alemães não enfrentavam tanto os protestos norte-americanos, já que raramente navegavam aí navios ou cidadãos dos EUA. Só quando as minas fizeram saltar alguns navios-hospitais é que houve protestos. Pior ainda foi o torpedeamento do vapor Portugal, transformado em navio-hospital, no Mar Negro, torpedeado pelo U-33, comandado por Gansser. Para além de alguns feridos graves, o navio-hospital levou consigo para o fundo quinze enfermeiras russas.



No fim de 1916, o UB-47 afundou o couraçado francês Gaulois de 11.100 ton/1899, depois de penetrar na densa "cortina" de torpedeiros e "destroyers" que o deveriam proteger dos ataques submarinos.



No nono dia do ano seguinte, o U-32 consegue encaixar três torpedos no couraçado pré-dreadnought Cornwallis da classe Duncan de 15.200t/1904, armado com 4 peças de 12 polegadas e 12 de 6, afundando-o rapidamente a poucas milhas da Ilha de Malta. Primeiro, o comandante do U-32, Hartwick, ordenou o disparo de dois torpedos que imobilizaram o navio. Ao mesmo tempo, os "destroyers" da escolta lançaram-se ao ataque ao submarino com cargas de profundidade, obrigando-o a refugiar-se no fundo.
Depois, quando os britânicos se preparavam para rebocar o couraçado, o U-32 emergiu para a profundidade periscópica e disparou outro torpedo a pouco mais de mil metros que acertou em cheio. O navio foi então para o fundo, enquanto os "destroyers" tentavam salvar a guarnição. Hartwick ainda discutiu com os seus oficiais se deviam ou não torpedear um dos "destroyers", o que foi prontamente recusado com a afirmação de que "um couraçado basta para um dia". Hartwick não quis enviar para o fundo um "destroyers" cheio de náufragos do Cornwallis.




publicado por DD às 00:46
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1 comentário:
De tron a 4 de Outubro de 2005 às 01:40
Blog muito bem feito os meus parabéns ao autor


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