Aqui o autor - Dieter Dellinger - ex-redator da Revista de Marinha - dedica-se à História Náutica, aos Navios e Marinha e apresenta o seu livro "Um Século de Guerra no Mar"
Segunda-feira, 27 de Novembro de 2006
Savo – A Batalha dos Cruzadores

 

 

O comandante do cruzador australiano Camberra, Frank Getting, na noite de 9 de Agosto de 1942, chegou estremunhado à ponte do seu navio depois de ouvir dois roncos profundos provenientes da explosão das cargas de torpedos. Ao chegar, Frank viu o céu iluminado por fachos de luz a descer lentamente em pára-quedas e a contrastar com aquela noite tropical muito negra, quente e húmida com um tecto de nuvens baixo a esconder a estrelas.

A curta distância, Frank terá vistos disparos de artilharia contra o seu navio, mas nem chegou a ter tempo para dar ordem de fogo; a ponte voou destroçada por uma salva de grande calibre, matando a respectiva guarnição. Pouco depois, outra salva de artilharia destruía a casa das máquinas e em dois minutos apenas, o velho cruzador de 14.600t de deslocamento máximo e oito peças de 203 mm estava transformado num pontão a arder com as superstruturas todas destroçadas para se afundar a seguir. Ninguém da guarnição teve tempo de pôr o seu posto de combate a funcionar. O comandante da artilharia, refugiado na casamata da direcção de tiro, gritava ao pessoal da torre de vante, mas não havia aí quem ainda fizesse parte do reino dos vivos.

 

 

Oito minutos depois, o destrutor Petterseon é apanhado pelos cones luminosos dos holofotes japoneses e recebe quase instantaneamente o impacto de uma salva de 203 mm que esmaga duas das suas peças de 127 mm e provoca um perigoso incêndio próximo das caixas de munições. A valente guarnição ainda responde ao tiroteio mas não logra produzir qualquer efeito bélico, o navio afasta-se sem chegar a afundar-se.

Por sua vez, o comandante Bode do cruzador norte-americano Chicago chegou à ponte quando parte da proa do seu navio tinha desaparecido devido à explosão de um torpedo nipónico.

Encaixando salva sobre salva, Bode não consegue manobrar devidamente o seu navio e sai da linha de fogo incapaz de compreender o que se estava a passar e sem conseguir avisar os outros navios do esquadrão de cruzadores americanos e australianos do almirante Crutchley, o então comandante inglês da Marinha Australiana e herói da façanha de Dunquerque na I. Guerra Mundial, mas que inexplicavelmente não estava presente no comando do seu esquadrão.

O comandante Bode tenta esquivar-se aos poderosos torpedos nipónicos “Long Lace”, guinando continuamente ao mesmo tempo que procura responder com as suas peças de 127 e 203 mm, mas nem os directores de tiro nem radares conseguem vislumbrar o inimigo que tão subitamente apareceu a disparar contra o Grupo Sul de cruzadores que entre a ilha de Guadalcanal e o ilhéu de Savo procuravam proteger, na madrugada de 9 de Agosto de 1942, os navios de transporte dos 16 mil “marines” desembarcados na ilha.

Estavam a ser atacados pelo esquadrão dos sete cruzadores e um contratorpedeiro do contra-almirante Gunichi Mikawa que zarpou de Rabaul, a 600 milhas de Guadalcanal, algumas horas após ter tomado conhecimento que os americanos passaram à contra-ofensiva, tentando conquistar pela primeira vez uma porção de território tomado pelos nipónicos a seguir ao ataque a Pearl Harbour e que passara a fazer parte do novo e gigantesco Império Insular do Japão na operação que os americanos denominaram de “Watchover”.

 

 

Cruzador Japonês Aoba de 9.000t com 6 peças de 200 mm,

4 de 120 mm AA, 8 de 25 mm AA e 8 Tubos lança torpedos.

Atingia 32 nós de velocidade máxima e foi lançado ao mar em

1927 e transformado em 1942.

 

Mikawa tinha o seu pavilhão hasteado no Chokai, sendo seguido pelos cruzadores pesados Aoba, Kinugasa, Furukata e Kako e pelos cruzadores ligeiros Tenryu e Yukari, além de um contratorpedeiro e que cobriu aquela distância numa manobra temerária de navegação em pleno dia para chegar de noite à zona de combate e sempre sujeito a ser atacado pelos aviões dos porta-aviões do almirante Fletcher com pavilhão hasteado no Saratoga acompanhado pelo Wasp e pelo Entreprise. Na realidade, os porta-aviões estavam prudentemente a mais de cem milhas de distância pois Fletcher não queria arriscar muito naquelas águas mal mapeadas e, eventualmente, cheias de submarinos nipónicos.

Os cruzadores japoneses obtiveram a supremacia naquela batalha por via da sua audácia pois eram navios mais pequenos e menos armados que os seus opositores.

O navio-chefe Chokai tinha um deslocamento máximo de 12.780t e apresentava-se armado com 10 peças de 203 mm, enquanto os restantes cruzadores pesados armavam 8 peças do mesmo calibre cada. Os dois pares Furutaka/Kako e Aoba/Kinukasa deslocavam respectivamente 7.100 e 8.760t., ao passo que os pequenos cruzadores Tenryu e Yukari pouco mais porte tinham que um contratorpedeiro, ou seja 3.141 de deslocamento máximo. Foram mesmo os cruzadores mais rápidos da guerra do Pacífico e com alguma blindagem interna.

Os três porta-aviões do vice-almirante Frank Fletcher tinham apoiado o desembarque dos “marines”, mas afastaram-se rapidamente da zona, pois os norte-americanos ainda só dispunham no Pacífico quatro porta-aviões, pelo que não convinha expor esses poucos navios a muitos perigos. O couraçado North Carolina, seis cruzadores pesados e 16 contratorpedeiros estavam igualmente sob o comando de Fletcher em operações no Mar das Salmão.

As batalhas aéreas dos dois dias anteriores custaram mais de vinte caças aos americanos, o que levou Fletcher a reforçar as medidas de prudência de acordo com as ordens recebidas de Pearl Harbour, sem que o comandante da operação “Watchover” de desembarque na ilha de Guadalcanal, vice-almirante Turner, se opusesse, dado não esperar um ataque japonês.

Efectivamente, naquela altura do conflito, mesmo um espírito brilhante e intelectual como Turner julgava poder adivinhar os movimentos do inimigo e os almirantes ainda não sabiam que os aviadores a três mil metros de altitude eram então capazes de ver coisas inexistentes e não ver outras bem reais.

Os observadores aéreos informaram Turner da presença junto à ilha de Santa Isabel de uma pequena força nipónica de três cruzadores e três contratorpedeiros, insuficiente, portanto, para um ataque em força aos cruzadores de Crutchley. Daí a conclusão de Turner que os nipónicos tinham em mente estabelecer um aeródromo para os seus aviões de combate.

Os erros permitiram ao esquadrão nipónico chegar por perto dos cruzadores aliados e fazer vingar aí a sua enorme superioridade no combate nocturno baseada em treinos intensivos e na posse de visores ópticos para perfurar as trevas nocturnas, holofotes de grande poder e pára-quedas e granadas iluminantes, além dos famosos torpedos “Long Lace”.

Depois de “esmagado” e dispersado o grupo dos cruzadores que deveriam ter protegido a força de desembarque na passagem sul, o esquadrão nipónico rondou o ilhéu de Savo e dividiu-se em duas colunas. Os holofotes do Cokai conseguem então detectar a presença de três cruzadores aliados, mais precisamente o Astoria, o Quincy e o Vincennes, todos norte-americanos da classe New Orleand de 12.000t de deslocamento máximo, armados com nove peças de 228 mm. Estes navios não se aperceberam do drama que se desenrolou a poucas milhas de distância e navegavam a 15 nós naquele momento.

A noite proporcionou uma ilusão suplementar; os radares de então deixavam sem contacto os navios por reflectirem os contornos da costa. Assim, apesar do ataque ao grupo sul, a primeira salva dos nipónicos apanha o Astoria praticamente desprevenido.

O comandante Williams Greenman correu para a ponte ao ouvir os primeiros tiros e ficou zangado ao ver que os canhões do seu navio já disparavam e gritou: “quem deu o alarme geral”? Não sejam precipitados, cessem o fogo. Truesdell, o comandante da artilharia tinha estado a trabalhar toda a noite pelo que deu logo ordens de fogo. Quando Greenman voltou a dar ordem de fogo depois de ouvir o vigia dizer “cruzadores da classe Nachi “, era já demasiado tarde, a quinta salva nipónica atinge o Astoria a meia-nau. Granada após granada iam arrasando as superstruturas do poderoso navio, fazendo explodir as munições que estavam junto das respectivas peças de artilharia e pondo o hidroavião a arder.

Mesmo assim, os artilheiros do Astoria conseguem uma pequena resposta sob a forma de nove salvas, uma das quais arrasa a cabine das cartas do vice-almirante Mikawa a bordo do cruzador Chokai.

Logo a seguir, uma salva nipónica destrói as torres de comando do Astoria, liquidando a infeliz oficialidade navegante. Caldeiras e máquinas são atingidas, o navio vê-se obrigado a reduzir a sua velocidade para sete nós. O fim estava próximo e a guarnição sobrevivente atira-se à água.

A mesma sorte foi reservada aos navios gémeos Vincennes e Quincy, ambos igualmente apanhados de surpresa. No Quincy, os primeiros tiros apanharam o comandante Samuel Moore a dormir. Correu para a ponte e começou por dar ordem de fogo contra os holofotes para logo suspender essa ordem, pensando que poderiam tratar-se dos seus próprios navios e quando voltou a dar novamente ordem de fogo, já o seu navio era pasto das granadas japonesas. Não teve tempo para mais; uma salva atinge também a sua ponte de comando e deixa-o morto e o navio desgovernado. A casa das máquinas é também atingida e o navio arde de proa à popa. O comandante da artilharia dá ordem de abandono do navio que se volta de seguida e vai para o fundo com a quilha para cima.

Só quinze minutos durou a agonia do Vincennes, atingido logo de início por três torpedos e por mais de cinquenta granadas de 203 mm. Pelas 02h15 da madrugada, o navio vai para o fundo.

A noite tropical, densa e negra, deixou de ser iluminada pela batalha. Os poucos sobreviventes que conseguiram embarcar em jangadas e baleeiras nunca mais esqueceram os gritos lancinantes e desesperados dos camaradas com os seus corpos a serem literalmente serrados pelos dentes afiados dos muitos tubarões atraídos por tanto sangue derramado. Mais de mil oficiais e marinheiros ficaram para sempre naquelas águas que para muitas vidas ainda iria servir de sepultura.

Entre os navios de transporte de tropas e material e os cruzadores de Mikawa ficaram três cruzadores: o Austrália, gémeo do Camberra, e o cruzadores britânicos mais pequenos Hobbart e San Juan. Estavam prontos para serem destruídos com os transportes, mas Mikawa mudou de opinião e não aproveitou o ensejo para destruir a testa de ponto dos aliados em Guadalcanal. Optou por uma retirada imediata com medo que os seus navios fossem apanhados pelos aviões americanos ao despontar do dia.

É certo que os nipónicos tinham gasto muitas munições e combustível  e que Mikawa perdera as cartas da zona. A vitória japonesa acabou por não ter qualquer significado, pois não levou os americanos e os seus aliados a abandonarem a operação de conquista da ilha de Guadalcanal. Tal como em Midway, a batalha do ilhéu de Savo ou da ilha de Guadalcanal mostrou a incapacidade japonesa em concentrar meios bélicos com a intensidade suficiente para levar a cabo o combate principal, isto é, executar uma missão até ao fim.

Os aliados sofreram uma humilhante derrota porque o contra-almirante Crutchley com a aprovação de Turner decidiu dividir as suas forças em três grupos desconexos, violando o princípio fundamental da chamada arte bélica, a concentração de forças.

O almirante Turner ordenou a retirada total dos navios de transporte e de guerra sobreviventes no dia seguinte. Ainda tinham nos seus porões cerca de 75% do material a desembarcar, deixando os “marines” com munições e abastecimentos para apenas quatro dias.

Os contratorpedeiros e submarinos nipónicos puderam assim atacar as forças aliadas na zona de Guadalcanal, mas a vontade americana de permanecer em Guadalcanal reduziu a zero o efeito dos ataques japoneses. Os americanos voltaram novamente em força e insistiram até concretizarem o seu objectivo.

E saliente-se aqui que as terríveis perdas sofridas pelos aliados e a incompetência dos seus comandos levou a uma revisão total dos programas de construção naval para atingir uma superioridade absoluta. Também foi feita uma análise das capacidades dos quadros em função dos requisitos de um tipo de guerra que ninguém tinha ainda vivido na realidade. Nunca mais os almirantes e comandantes puderam deixar os seus postos sempre que subsista a mais leve possibilidade de serem atacados pelo inimigo.

A batalha dos cruzadores de Guadalcanal ou Savo foi para os americanos um choque quase maior que Pearl Harbour, mas muito menos conhecido do público pois a marinha norte-americana nada informou acerca do evento. Apenas dois meses mais tarde, na sequência de uma vitória relativa, é que o almirante Ernest J. King deu a conhecer que em batalhas anteriores se teriam perdido quatro cruzadores.

Devido à ocultação da derrota perante a opinião pública, os almirantes responsáveis não foram oficialmente castigados e os inquéritos receberam o carimbo de ultra-secreto, mas também não voltaram a receber comandos de combate.

 

Pintura de John Hamilton – A Batalha da Ilha de Savo

 

Os americanos aprenderam que tinham de ser mais agressivos para não serem apanhados de surpresa.

Com Guadalcanal começou uma espécie de guerra de trincheiras terrestre, naval e aérea. Para além dos combates nas diversas ilhas, travaram-se numerosas batalhas navais e aéreas. Os nipónicos averbaram muitas vitórias, mas nunca conseguiram travar uma batalha decisiva.

O Império do Sol Nascente conseguiu desembarcar milhares de homens na ilha de Guadalcanal para acabar por se retirar com vinte mil baixas, mais de mil aviões perdidos e quinze navios de guerra afundados.

A batalha pela ilha de Guadalcanal ou pelo domínio do Mar de Salmão e arquipélagos adjacentes terminou em Fevereiro de 1943. Pouco antes, a 29 de Janeiro, os japoneses evacuaram onze mil homens da ilha numa acção que surpreendeu igualmente os aliados. Ninguém então esperava uma retirada nipónica, nem o vice-almirante Halsey no seu quartel-general na ilha de Noumea, nem o comando do Pacífico em Pearl Harbour.

Todos esperavam a resistência encarniçada ou o retomar de novas ofensivas. Mas, as forças navais evacuaram as suas tropas de noite para Rabaul e nenhuma força naval estava no mar para se lhe opor.

No fundo, os japoneses consideraram aquela ilha tão distante do seu território como um teatro de operações menor, daí terem utilizado cruzadores e contratorpedeiros em muitas batalhas na zona, umas vezes com mais e outras com menos êxito.

                            Batalha de Tassafaronga

A batalha que se seguiu, a de Tassafaronga,  foi das mais sensacionais para os japoneses, pois oito contratorpedeiros sob o comando do contra-almirante Tanaka enfrentaram a força mais poderosa do almirante Wright com cinco cruzadores (Minneapolis, New Orleans, Pensacola, Northampton e Honolulu) e seis contratorpedeiros. Os nipónicos lograram em manobras de grande valor táctico afundar o cruzador Northampton depois de torpedearem e colocar fora de combate outros três cruzadores, perdendo apenas um contratorpedeiro. Isto porque, o contra-almirante Wright levou quatro minutos a responder ao pedido do comando da força de destrutores americanos para lançarem os seus torpedos sobre os similares japoneses que tinham sido detectados pelos radares americanos. Os quatro minutos foram vitais, pois quando os torpedos americanos foram lançados já lá não estavam os destrutores japoneses que fizeram uma excelente manobra táctica e dispararam os seus torpedos “long lace” contra os cruzadores norte-americanos.

 

 

Cruzador pesado USS Minneapolis com a proa destruída por dois torpedos japoneses na Batalha de Tassafaronga.

O Minneapolis recebeu dois torpedos e ficou fora de combate. O New Orleans foi atingido por um torpedo e começou arder, enquanto o Pensacola tentava esconder o seu irmão de classe, cobrindo-o, mas foi atingido por um torpedo. O Northampton encaixou 18 salvas de 8 polegadas, mas foram os dois torpedos que recebeu que o levaram para o fundo três horas depois que foram também um tempo desperado para os destrutores americanos salvarem a respectiva guarnição.

O cruzador ligeiro Honolulu de 12207t foi o único que se salvou, graças à notável capacidade de manobra do seu oficial de navegação Tenente-Comandante George F. Davis.

A única vítima japonesa foi o destrutor Takanami que foi afundado. O almirante Tanaka retirou rapidamente as suas forças do Iron Bottom Sound sem quaisquer outros danos.

 

Os navios japoneses faziam então parte do célebre “Tóquio Express”, nome dado aos comboios de contratorpedeiros que de noite reabasteciam e transportavam soldados para as diversas frentes insulares, dado que a sua relativa capacidade de domínio do ar não permitia operações navais à luz do dia.

A derrota de Midway determinou a ausência dos porta-aviões nipónicos de quase todas as pequenas e médias batalhas navais travadas no Pacífico, apesar da marinha japonesa manter um elevado grau de eficácia e os estaleiros japoneses terem construído novas unidades, mas em quantidade insuficiente e em condições muito difíceis. E para os americanos qualquer meia dúzia de cruzadores pesados ou porta-aviões afundados não tinha significado. A lista dos cruzadores construídos durante a guerra é impressionante. Ao todo, a marinha americano utilizou 126 cruzadores durante a II. Guerra Mundial entre unidades detidas antes de iniciar o conflito e incorporadas durante o mesmo.

 

 

Cruzador Cl 48 Honolulu de 9767/12207t armado com 15 peças de 152,4 mm, 16 de 127 mm.

 

 

Cruzador New Orleans de 10136/12463t armado 9 peças de 203,2 mm, 8 de 127 mm mais armamento menor e 4 aeronaves

 

 

 

 

Cruzador CA 24 Pensacola de 9097/11512t armado com 10 peças de 203,2 mm e 4 de 127 mm mais 6 tubos lança torpedos e 4 aeronaves.

 



publicado por DD às 22:19
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3 comentários:
De ronaldo a 16 de Junho de 2007 às 15:30
muito bom o seu trabalho de coletar essas informações historicas, parabens !


De jairo azeredo germano a 8 de Março de 2009 às 00:31
Sua pesquisa foi muito boa. Parabéns. Auxiliou-me num trabalho e numa discussão sobre os fatos narrados.


De carlos rodrigues a 1 de Outubro de 2010 às 16:57
Assembléia Geral Extraordinaria
Ao primeiro dia do mês de outubro de 2010, reuniram-se no Condominio Belford Roxo,nº 153,os seguintes condôminos: Ana Helena da SilvaRodrigues, Lourival Almeidade Oliveira, Maria lúcia Winter, Francisco D'Ambrosio, levi Alves Pinto, PauloFeital e Alcides Rolim para deliberarem quanto ao assunto W.S.C no que se refere ao fator prejudicar com uma encenação de compra de votos. Que se dará daseguinte maneira:determinadapessoa já préviamente escolida, Sr. Levi Alves Pinto se posicionará no bairroda Piam onde será abordado pela equipe da Sra. MLW, que alegará DD e o prenderá comcerca de R$5.000,00 que o próprio alegará que pertence a WSC para fins de pagamento de BU, inclusive estará de posse de uma lista comnomese título de eleitores comosvalores escritos ao lado de cada nome. Com isto eles esperamcassara c. de WSC, que não tomará posse.
01/10/2010.


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