Aqui o autor - Dieter Dellinger - ex-redator da Revista de Marinha - dedica-se à História Náutica, aos Navios e Marinha e apresenta o seu livro "Um Século de Guerra no Mar"
Terça-feira, 28 de Novembro de 2006
A Guerra do Atlântico ao Árctico

  

           

O Couraçado Gneisenau

 

 

 

A escuridão fria da noite sem luar do 11 de Fevereiro de 1942 envolvia o porto francês de Brest quando a força naval alemã sob o comando do vice-almirante Otto Ciliax levantou ferro. Só os incêndios deixados pelos recentes bombardeamentos iluminavam de longe os céus. As tripulações do chamado esquadrão de Brest não sabiam qual o objectivo da operação, admitindo tratar-se de mais um exercício. Os ingleses tinham um certo conhecimento do que se iria passar, mas não acreditavam que aquela formação pretendesse atravessar o Canal da Mancha a pouca milhas das costas inglesas e em pleno dia.

Ciliax pensou, e neste caso bem, que há que contrariar a lógica e fazer o que o inimigo não espera e, por isso, zarpou de noite, sem que os ingleses soubessem ao certo se tinha ou não saído. Contudo, pouco antes da hora de partida, 23.00, os bombardeiros da RAF lançaram as suas bombas sobre o porto na esperança de destruírem os navios alemães aí ancorados. Há quase um ano que o tentavam conseguir sem resultados dada a forte oposição das peças antiaéreas alemãs de 88 mm, os balões de barragem e os aviões de caça que não permitiam o ataque diurno e, como tal, mais preciso. Os habitantes franceses de Brest voltavam a pagar a factura, pois as bombas caíam sempre nos bairros limítrofes do porto e não eram poucas, pois em 1941 três quartos da tonelagem em bombas lançadas pelas unidades do “Bomber Command” destinaram-se a destruir três navios de guerra sem qualquer sucesso, mas confirmando a teoria da “fleet-in-beeing” de que unidades navais podem fixar meios inimigos mesmo sem actuarem.

Assim, logo que os últimos bombardeiros britânicos se perderam no horizonte, os couraçados Scharnhorst e Gneisenau com o cruzador pesado Prinz Eugen, acompanhados por uma escolta de contratorpedeiros, iniciaram a navegação pelas áreas previamente desobstruídas de minas. Ao longo do canal, os alemães colocaram 250 caças Messerschimtt MF-109 e Focke-Wulf para protegerem os seus navios dos ataques por parte dos Swordfish escoltados pelos caças Spitfire e Hurricane. Apesar de saberem que algo do género se ia passar, os ingleses não conheciam a data certa de partida e passagem pela Mancha, pelo que só pelas 11 horas da manhã seguinte, dois Spitfires descobriram os navios enquanto tentavam escapar à perseguição movida por dois caças nazis. Provavelmente viram igualmente as numerosas lanchas rápidas do tipo S e mais contratorpedeiros alemães em missão de protecção. Restavam só seis horas de luz do dia para os ingleses lograrem afundar o esquadrão alemão, tempo reduzido para fazer chegar navios de linha, mas suficiente para um ataque aéreo.

Um Swordfish de Museu totalmente recuperado.

 

O tenente Esmonde comandou uma primeira esquadrilha de seis Swordfish que deveriam lançar os seus torpedos contra os poderosos navios alemães. Os caças alemães não conseguiam, na sua primeira passagem, acertar nos lentos aviões de duas asas que já pertenciam à história da aviação, mas acabaram por reduzir a velocidade e abatê-los um a um. O primeiro ataque foi um autêntico suicídio só com a protecção de 10 Spitfires que se envolveram rapidamente em combate com os caças germânicos. O avião de Esmonde recebeu algumas balas tracejantes que deixaram parte da carlinga a arder. O metralhador e marinheiro Clinton  saiu do seu posto e, agarrando-se aos cabos de sustentação das asas, foi apagar o fogo com as luvas, mas sem sucesso, pois o avião acabou por ser abatido como todos os outros da esquadrilha e de outras mais, além de numerosos caças. O corpo de Esmonde deu à costa do Kent meses depois para ser sepultado com a Victory Cross concedida a título póstumo.

Enquanto os pilotos se entretinham em violentos combates aéreos, o esquadrão alemão afastava-se a 30 nós de velocidade. Chegaram salvos ao rio Elbe, mas, tanto o  Scharnhorst como o  Gneisenau  foram tocados por minas que não lograram danificar suficientemente os seus cascos para impedir a flutuação e o avanço.

 

 

 

Os couraçados alemães no Canal da Mancha

Cumprira-se assim a ordem de Hitler de fazer regressar à Alemanha aquele conjunto de navios que estiveram meses e meses em Brest depois de terem executado diversos raids contra a navegação aliada no Atlântico. O objectivo era reforçar as forças estacionadas nos fiordes da Noruega para atacarem os comboios de navios que levavam quantidades fenomenais de material de guerra e abastecimentos à União Soviética, então a braços com a poderosa máquina invasora nazi. Os almirantes alemães começaram por considerar a operação como demasiado perigosa, já que admitiam que os aviões britânicos pudessem afundar os navios alemães, mas Hitler sabia que isso também acabaria por acontecer em Brest, pelo que preferiu arriscar.

O êxito alemão foi fugaz, só o Scharnhorst conseguiu chegar à Noruega para prosseguir as suas operações militares, pois o Gneisenau foi bombardeado em Kiel para ser depois levado para o Báltico onde acabou como navio de bloqueio. O cruzador Prinz Eugen sobreviveu à guerra para ser levado pelos americanos para o Pacífico onde foi afundado em ensaios nucleares.

A proeza da marinha alemã serviu na altura como instrumento de propaganda nazi, tanto mais que os britânicos se sentiram profundamente humilhados por a sua marinha não ter feito frente a três navios poderosos e não chegaram a saber que as suas minas danificaram um pouco os costados daqueles navios. A “Royal Navy” receou o poder da “Luftwaffe”, pelo que se manteve nos seus portos abrigados do norte da Grã-Bretanha.

Mas, em termos práticos nada sucedeu, já que a marinha de superfície alemã era quase inexistente quando comparada com as marinhas inglesa e norte-americana. Mas, a “vingança” britânica surgiu a 28 de Março do mesmo ano, quando o velho contratorpedeiro de quatro chaminés Campbeltown entrou carregado de explosivos pelo estuário do Loire até embater na comporta da doca seca de St. Nazaire, onde o gigantesco paquete francês Normandie foi construído. Abandonado pela tripulação que ao abrigo do nevoeiro e da escuridão conseguiu escapulir-se, o contratorpedeiro foi pelos ares no dia seguinte, fazendo grande número de vítimas entre os alemães e franceses; a doca seca ficou gravemente danificada. O objectivo britânico era esse mesmo, ou seja, evitar que a única grande doca seca existente nas costas atlânticas francesas pudesse servir para reparações no couraçado Tirpitz que na altura se encontrava nas costas da Noruega. Os ingleses temiam que saísse para o Atlântico para reeditar a aventura do Bismarck, eventualmente com os couraçados de bolso Scheer e Lützow e com o cruzador pesado Hipper, todos então já a operarem a partir dos bem abrigados fiordes noruegueses.

Na verdade, aqueles navios alemães destinavam-se a atacar os comboios do Árctico que ao longo de uma perigosa rota de duas mil milhas da Islândia a Murmansk, no Mar de Barents, com passagem ao largo do Cabo Norte na Noruega levavam tudo o que a máquina de guerra soviética necessitava, incluindo muitos bens alimentares e roupas para as populações civis. Roosevelt e Churchill tentavam assim apaziguar a ira de Estaline que exigia constantemente a abertura de uma segunda frente em França.

 

A partir da Primavera de 1942, a marinha de guerra alemã reuniu uma importante força naval com vista a interferir no tráfico dos comboios aliados para Murmansk. O poderoso couraçado Tirpitz de 42.900 toneladas e oito peças de 380 mm iniciou os primeiros ataques aos comboios aliados, acompanhado pelos couraçados de bolso Scheer e Lützow, além do cruzador pesado Hipper, e por muitos contratorpedeiros. Em Maio, o comboio PQ 16 perde sete dos seus 44 navios e, bem assim, os cruzadores Edinburgh de 10.550 tons. e 12 peças de 6 polegadas e Trinidad de 8.530 tons. O Edinburg foi afundado pelo submarino U-456 e o Trinidad por uma bomba dias depois de ser atingido por um dos seus próprios torpedos disparado contra navios alemães.

O Couraçado Tirpiz

 

O êxito obtido contra o PQ 16 levou o comando naval nazi a gizar a operação “Rosselsprung” contra o comboio seguinte, o PQ 17 que zarpou de do Hvalfjord na Islândia a 27 de Junho de 1942 com 33 navios mercantes escoltados por seis contratorpedeiros, dois cruzadores antiaéreos, dois submarinos e 11 corvetas, além de alguns draga-minas. Uma protecção distanciada era proporcionada pelo couraçado britânico Duke of York e pelo novíssimo couraçado norte-americano Washington de 44377t e 9 peças de 406 mm e, bem assim, pelo porta-aviões Victorious de 23000/28620 ton. com cerca de 50 aeronaves

Os alemães iniciaram as operações de ataque logo que os aviões de observação e submarinos detectaram a presença do comboio PQ 17 ao largo das ilhas de Jan Mayen a 1 de Julho. Os aviões da “Luftwaffe” iniciaram três dias de ataques, provocando o afundamento de dois navios mercantes e avarias num petroleiro soviético, enquanto o Tirpitz recebia ordens para se juntar ao Scheer e ao Hipper com o objectivo de atacarem o comboio. Receosos de um choque violento com os navios nazis, o Almirantado britânico ordenou ao contra-almirante Hamilton, o comandante dos cruzadores da escolta do PQ 17, que se retirasse com a sua força e, pouco depois, que o comboio PQ 17 se dispersasse. Os navios deveriam demandar imediatamente e por sua conta os portos soviéticos.

O súbito abandono do teatro de operações por parte do cruzador Norfolk de 9.925 tons. e 8 peças de 203,6 mm, acompanhado pelos restantes navios da Royal Navy, deixou os navios mercantes entregues à voracidade bélica dos submarinos nazis. Efectivamente, toda a escolta abandonou o comboio à velocidade de 26 nós com pessoal reforçado nas casas das máquinas para aumentar a velocidade. Poucas horas depois, apareceram os submarinos e os aviões da “Luftwaffe” enquanto do Tirpitz nem sombra. Só no dia seguinte, 5 de Julho, é que o couraçado alemão, acompanhado pelo Hipper e pelo Scheer, levantou ferros.

Perseguidos por submarinos e bombardeiros, muitos dos navios do comboio rumaram a norte para procurarem alguma protecção junto à calote gelada do Árctico, mas vinte e três navios não o conseguiram, sendo afundados com a perda de quase todas as tripulações e a carga de uns 3 mil veículos militares, 430 tanques e 210 aviões de combate e mais de cem mil toneladas de material militar variado, o suficiente para equipar um exército. Cento e cinquenta náufragos pereceram gelados nas suas balsas e baleeiras, ficando à deriva até serem encontrados por outros navios que por entre o nevoeiro árctico viram essas baleeiras fantasmas tripuladas por marinheiros gelados de olhos muito abertos, alguns bem direitos ainda sobre a cana do leme, mas todos mortos.

A guerra naquelas paragens criou condições de sofrimentos ímpares para as guarnições dos navios militares e tripulações dos mercantes. A salvação movimentada para balsas e baleeiras acarretava quase sempre um mergulho fatal nas águas geladas. A luta era contra os elementos naturais e a louca agressividade humana, então apostada em levar a morte a todos os cantos do planeta.

O almirante King, o comandante da marinha norte-americana, ficou furioso e ordenou de seguida a retirada da Task Force 39 com o porta-aviões Wasp que foi para o Pacífico.

A destruição do PQ 17 provocou a suspensão de todos os comboios para a União Soviética até ao mês de Agosto quando saiu da Islândia o PQ 18 com quarenta navios providos de uma boa escolta que incluía o porta-aviões Avenger de 10.366 toneladas de deslocamento e uma dúzia de Hurricanes.

Nas proximidades do Cabo Norte, o comboio foi atacado pelos bimotores JU 88 equipados com torpedos que começaram por serem obrigados a retirar-se pelos caças britânicos, mas quarenta JU 88 conseguiram iludir a cortina de protecção e atacar a torpedo os navios do comboio e em oito minutos afundaram oito navios mercantes. Nos combates subsequentes, os “Hurricanes” abateram 41 bombardeiros JU 88, enquanto os submarinos germânicos afundavam mais três navios mercantes com perda de quatro unidades. A batalha foi violenta, o comboio perdeu 13 dos seus navios, mas o preço pago pelos alemães foi excessivo, quatro submarinos e 41 aviões, pelo que não mais se repetiu uma vitória como a do PQ 17, de resto só resultante do enervamento do almirantado britânico que não autorizou ao comandante embarcado a tomada de decisões tácticas adequadas.

Contudo, os comboios para o Árctico voltaram a ser suspensos, dado que os meios navais disponíveis tiveram de ser mobilizados para a Operação Torch, a invasão aliada do Norte de África para encurralar as tropas do Afrika Korps entre duas frentes e levá-las à derrota com a recuperação do Mediterrâneos pela marinha inglesa.

Churchill, muito preocupado com a queda de Tobruk e a subsequente rendição de 25 mil britânicos insistiu com Roosevelt para montar a operação o mais rapidamente possível. Contrariando as opiniões da sua Junta de Chefes de Estado-maior, Roosevelt ordenou a acção apesar de ser notório que o exército norte-americano não estava ainda preparado para o combate.

A operação no Norte de África parecia bem mais fácil que qualquer ataque à chamada fortaleza europeia, como era designado o bloco dominado pelos nazis. O raid a Dieppe com 6 mil homens equipados com tanques e canhões foi uma tragédia. Desembarcaram a 19 de Agosto de 1942, combateram durante 9 horas sem glória nem proveito. Mais de metade dos efectivos pereceu na refrega ao mesmo tempo que as forças aéreas aliada e alemã travaram uma batalha intensa com perdas gigantescas de lado a lado. Churchill convenceu-se que as costas francesas não podiam voltar a ser uma nova Gallipoli, onde o seu prestígio militar foi enterrado na I. Guerra Mundial. A invasão da França teria pois que ser feita após uma longa preparação e acumulação de meios militares dezenas de vezes superiores aos que o “Reich” poderia dispor, o que levou dois anos a conseguir.

Assim, a Operação Torch teve a prioridade absoluta, tanto mais que no Mediterrâneo a situação estava má para a “Royal Navy”, principalmente depois do torpedeamento do porta-aviões Ark Royal a oeste de Gibraltar pelo submarino U-81, deixando a Grã-Bretanha sem um porta-aviões naquele mar.

No Domingo de 8 de Novembro de 1942, começou a maior invasão anfíbia que a História conheceu até aquela data. Mais de cem mil homens desembarcaram simultaneamente em Casablanca e outros portos da costa atlântica do Marrocos e em Oran e Argel no Mediterrâneo. Para evitar a conflituosidade crescente entre britânicos e franceses, o comando das forças militares foi entregue ao general Eisenhower, enquanto o almirante Cunnigham dirigiu a componente naval.

 

Couraçado BB59 Massachusetts

 

As tropas foram transportadas em 370 navios mercantes escoltados por mais de 300 navios de guerra, entre os quais o novo couraçado norte-americano Massachusetts  de 37970/44519 toneladas e 9 peças de 406 mm acompanhado pelo porta-aviões de escolta Ranger de 17 mil tons. e 36 caças e 36 bombardeiros e 4 outros porta-aviões de escolta protegidos por uma cortina de cruzadores e contratorpedeiros. Também os velhos couraçados norte-americanos New York e Texas e os cruzadores Philadelphia e Savannah  participaram  na operação.

  Os aliados encontraram alguma resistência por parte das forças navais francesas no Norte de África fiéis ao almirante Darlan que então estava com o regime de Vichy. O couraçado inacabado Jean Bart estava ancorado ao largo de Casablanca com o cruzador ligeiro Primaguet, vários contratorpedeiros e submarinos, e, apesar de só ter duas torres de artilharia funcionais, não deixou de ser um motivo de preocupação para as forças aliadas. Mas, logo pela manhã, os caças Wildcats do Ranger atacaram os principais aeródromos e eliminaram os meios aéreos franceses enquanto se iniciavam os desembarques em vários pontos na maior desordem possível e sem o material adequado sob a forma de barcaças de desembarque e sob o fogo de algumas baterias de costa e dos navios franceses sob o comando directo do almirante Michelier. O Jean Bart abriu fogo com a sua única torre, mas as peças de 16 polegadas do Massachusetts calaram os canhões do navio francês à quinta salva. A saída de 7 contratorpedeiros e 8 submarinos franceses deu origem a uma feroz e confusa batalha Aero-Naval em que os aviões do Ranger levaram a melhor, acabando todos os navios franceses por serem atingidos e afundados ou avariados.

 

A imensa força naval aliada conseguiu atravessar incólume o Atlântico. O comando dos submarinos alemães, o almirante Raeder, suspeitava de algo devido ao aumento de actividade naval e concentrou o grosso dos seus submarinos junto aos Açores e à Madeira. Assim, foram levados a atacar um grande comboio de navios mercantes enquanto a força anfíbia rumava a Sul sem sofrer quaisquer danos.

Em três meses, os norte-americanos e ingleses prepararam a Operação Torch que se desenrolou onze meses depois do ataque a Pearl Harbor e da declaração de guerra do ditador Hitler aos EUA. Os aliados iniciaram a Ocidente a resposta ao poder nazi ainda sem grande experiência mas com a vontade necessária para chegarem à vitória.

 

 

 



publicado por DD às 22:38
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