Aqui o autor - Dieter Dellinger - ex-redator da Revista de Marinha - dedica-se à História Náutica, aos Navios e Marinha e apresenta o seu livro "Um Século de Guerra no Mar"
Sábado, 18 de Fevereiro de 2006
A Guerra no Mediterrâneo
Fairey Swordfish.jpg



Um Swordfish do ataque a Taranto com o seu torpedo.




O “Swordfish” do capitão-tenente Kenneth Williamson mergulhou com o motor desligado da altitude de 2.500 metros para cerca de 10 sobre a grande baía fechada que forma parte do porto italiano de Taranto. O pequeno biplano quase embateu num cabo que prendia um balão anti-aéreo antes de largar o seu torpedo contra o primeiro navio que o observador vislumbrou naquela noite de luar do dia 11 de Novembro de 1940. Noite iluminada também pelos foguetes luminosos lançados pelo avião precedente, um por cada meia milha a 1.500 metros de altitude.


Por toda a parte explodiam granadas anti-aéreas e os holofotes procuravam desesperadamente a primeira vaga dos 12 “Swordfish” britânicos do porta-aviões Illustrious que à velocidade de 139 milhas horárias atacavam a poderosa esquadra da Itália fascista negligentemente reunida no mesmo porto do sul da “bota” italiana.
Os italianos estavam avisados da lenta aproximação dos aviões torpedeiros pelas estações de escuta aerofónica colocadas ao longo de toda a costa italiana. Os aviões descolaram a mais de cem milhas da costa, portanto fora do raio de acção da caça italiana. O observador de Williams, o tenente Scarlet, como os das outras aeronaves, trazia entre as pernas um reservatório extra de 60 litros de gasolina, debruçando-se para fora da carlinga para indicar os navios a atacar. Os “Swordfish” eram biplanos com dois lugares abertos na carlinga, datados de 1936. O excelente motor de 9 cilindros e 690 cv Pegasus III.M3 permitia alcançar um raio de acção de 546 milhas.


O primeiro torpedo foi lançado pelo avião de Williamson e rebentou por baixo do costado do couraçado Conte di Cavour de 23.868t, armado com 10 peças de 320 mm, 12 de 120 e 8 de 100. A explosão provocou um rombo mesmo por debaixo da torre de vante com grande inundação e assentamento da quilha no fundo da baía.


Pouco depois, foi o próprio avião de Williamson a ser atingido pelas metralhadoras do couraçado, pelo que teve de poisar nas águas com a guarnição a salvo. Os dois aviões seguintes da formação de 12 também atacaram o Conte di Cavour, mas sem êxito; os seus torpedos explodiram perto do couraçado Andrea Doria da classe do Cavour. A reverberação produzida pelos torpedos de 18 polegadas equipados com detonadores duplex de contacto e magnético meteu para dentro algumas chapas do costado do grande couraçado. Os últimos quatro aviões da primeira esquadrilha atacaram à bomba a base dos hidros, deixando alguns destruídos.


A segunda esquadrilha de ataque com 8 aviões teve mais sorte. Os primeiros quatro lançaram os foguetes iluminantes e bombardearam os depósitos de combustível. Ambas as acções iluminaram perfeitamente a parte da baía denominada de Mar Grande onde estavam as grandes unidades da marinha italiana. Os restantes quatro atacaram a torpedo; o primeiro acertou no gigantesco e novíssimo couraçado Littorio de 40.724t, acabado de entrar em serviço. O segundo torpedeou o mesmo couraçado, mas não conseguiu regressar ao porta-aviões Illustrious; o terceiro torpedeou o couraçado Caio Duilio da classe Doria, enquanto o quarto “Swordfish” meteu mais um torpedo no Littorio.
Com a perda de dois pequenos aviões, os britânicos puseram fora de serviço três grandes couraçados dos seis que a marinha italiana possuía nessa data, além de provocar danos ligeiros num outro, incendiaram a base de hidroaviões e os depósitos de combustível. Dois contratorpedeiros foram também danificados pelos atacantes britânicos.


O ataque a Taranto foi cuidadosamente estudado pelo adido naval à Embaixada do Japão em Roma. Certamente que foram tiradas conclusões válidas para o planeamento do ataque a Pearl Harbour.


A Batalha do Mediterrâneo começou um pouco antes do ataque a Taranto, precisamente a 10 de Junho de 1940 com a entrada da Itália na guerra, a quinze dias do armistício assinado a 25 de Junho que selou a derrota da França frente à Alemanha nazi.
O ditador Benito Mussolini queria partilhar os despojos de guerra, colocando-se ao lado do seu colega Adolf Hitler quando a vitória parecia estar garantida. Apesar de ter dedicado grandes esforços à construção de uma importante marinha, Mussolini não tinha qualquer ideia do funcionamento do poder naval, ou aero-naval e não pensou que os Estados Unidos nunca seriam uns eternos neutros, nem que a União Soviética acabaria por entrar na guerra.


Antes do colapso francês, a defesa do Mediterrâneo Oriental estava a cargo dos navios da “Royal Navy” baseados em Alexandria no Egipto, enquanto aos franceses competia a defesa do Mediterrâneo Ocidental. A derrota da França tornou a Itália na maior potência marítima da região, possuidora de uma esquadra extremamente importante, da qual se salientavam:
Couraçados: Dois Cavour, o “Giulio Cesar” e o Conte di Cavour, ambos de 1911 mas muito modernizados entre 1933 e 1937. Deslocavam cerca de 24.000 toneladas e estiveram armados inicialmente com 13 peças de 305 mm e 46 calibres que foram reduzidas para 10 de 320 mm e 43,8 calibres. A modernização que sofreram foi quase total, abrangendo a maquinaria; parte do casco recebeu o sistema “puigliese” de protecção submarina, além de reforços da blindagem do convés e de 32 novas peças para as baterias secundárias, a maior parte das quais anti-aéreas. Até a superstrutura e o mastro foram modificados. O deslocamento médio subiu para 28.000 toneladas e o desenho geral sofreu uma profunda modificação. Os dois mastros deram lugar a um único quadripodo para a ré. Ambos faziam pouco mais de 28 nós em experiências, mas a prática mostrou que não eram tão rápidos assim.


Dois Doria; Andrea Doria de 24.340t e Caio Duilio de 24.301t. Construídos entre 1912 e 1915/16 respectivamente. Foram muito modificados nos anos trinta. De tal modo que a própria aparência foi alterada; as chaminés rebaixadas e colocadas ao centro com topos modernos e inclinados para trás. Os mastros quase desapareceram e as 13 peças de 305 mm passaram a 10 de 320 mm, recebendo ainda 12 canhões de 135 mm/45, 10 de 90 mm/50, 15 de 37 mm/54 AA. Faziam 26 a 27 nós.


Dois Littorio; o Littorio e o Vittorio Veneto, aos quais se juntou em Junho de 1942 o Roma. Outro navio da mesma classe, o Impero foi lançado ao mar em 1939, mas não chegou a ser concluído, acabando na sucata em 1948. Estes foram, sem dúvida, os maiores e mais poderosos navios de combate que a marinha italiana alguma vez teve. Deslocavam 40 a 45.000 toneladas, sendo propulsionados por 4 turbinas Belluzo que recebiam vapor superaquecido de 8 caldeiras tipo Yarrow, tudo com uma potência de 128.200 cavalos-vapor. Teoricamente faziam 30 nós e levavam 4.140 toneladas de combustível.
O armamento principal era constituído por 9 peças de 381 mm/50 de tiro de alta velocidade capazes de colocar uma granada perfurante de 885 kg a 42,5 km de distância com a alça a 35º. O paiol de cada uma das três torres triplas levava apenas 74 granadas.
Como armamento secundário, os Littorio tinha 12 peças de 152 mm/55, 4 de 120/40, 12 de 90/50, 20 de 37/54 AA e 16 de 20/65 AA.


A protecção blindada destes couraçados era notável. Uma cintura de aço de 280 mm e uma blindagem da parte restante do costado de 70 mm de aço facetado, destinadas a decapar qualquer granada de 381 mm disparada a uns 16,5 km de distância. Desde a base da cintura até ao outro bordo no duplo casco foram instaladas as anteparas anti-torpédicas italianas do tipo “Pugliese” em blindagem de 40 mm providas interiormente de tambores de chapa de 6 mm cheios de um líquido especial destinado a colapsar e assim absorver a força da explosão de um torpedo com 772 libras de TNT. O fundo era do tipo Ferranti triplo. Na prática este sistema não funcionou bem, dizem alguns historiadores, mas na verdade, o Littorio recebeu três torpedos em Taranto sem se afundar e depois, em Abril de 1941, foi torpedeado em combate no mar também sem ir para o fundo, tendo podido escapar-se a uma velocidade ainda razoável, o que demonstra que a sua excelente engenharia de concepção funcionou razoavelmente. O sistema era feito para se avariar, prejudicando, naturalmente o navio, sem o afundar ou provocar estragos que levassem demasiado tempo a reparar. Faziam 31 nós com os bolbos de proa inicialmente instalados, os quais provocavam muitas vibrações e contínuo alagamento do convés, mesmo em mar calmo.


Cruzadores: A marinha italiana era muito rica neste tipo de navios. Contava com 7 unidades de mais de 10.000 toneladas armadas com peças de 203 mm, todos muito modernos, incorporados na década de trinta, à excepção do Trento e do Trieste de 1929 e 1928.


Os quatro navios da classe Zara eram os mais equilibrados na relação entre protecção e velocidade. Faziam 32 nós com uma cintura de 150 a 100 mm e um convés blindado de 20 a 70 mm. As barbetas eram de 150 a 120 mm. As suas 8 peças de 203 mm tinham uma elevação máxima de 45º que permitia atingir alvos a 32 km de distância com granadas de 125 kg e numa cadência de 3,5 tiros por minuto. Como quase todos os grandes navios italianos estavam equipados com catapultas e hangares para dois aviões.
A marinha italiana ainda armava em 1940 dez cruzadores com 8 peças de 152 mm e 2 com 10 canhões do mesmo calibre, além de outros doze ultra-rápidos com canhões de 135 mm, os célebre Capitani Romani que faziam 40 nós, mas quase desprovidos de blindagem. Quase todos os cruzadores ligeiros italianos atingiam os 36 nós e, por vezes, nos ensaios chegavam aos 38 e 39 nós quando o governo italiano pagava aos estaleiros um milhão de liras (da época) por cada nó a mais do que o especificado no caderno de encargos. Geralmente sacrificava-se para isso a protecção e a estabilidade.


Contratorpedeiros e Torpedeiros: Neste aspecto a marinha italiano do tempo do “Ducce” era quase formidável com 62 contratorpedeiros modernos, boa parte dos quais de grande tonelagem como os 12 Navigatori de 1900/2580 toneladas e 6 peças de 120 mm, além 6 tubos lança-torpedos de 533 mm e artilharia anti-aérea. A classe mais numerosa era constituída pelos 18 Soldati de 1690-1820 a 2250-2500 toneladas armados com 4 a 5 peças de 120 mm e 6 torpedos.


Em 1940, o inventário da marinha italiana contava com 37 torpedeiros de 885 a 1575 toneladas de deslocamento máximo. A classe Spica com 32 unidades era a mais numerosa, armada com 3 peças de 100 mm/47 e 4 turbos lança-torpedos de 450 mm, dois de cada bordo, o que foi um erro crasso de concepção, já que uma bordada de dois torpedos é insuficiente para conseguir uma probabilidade de êxito. Os últimos navios desta classe, os Alcione já estavam equipados com dois lançadores duplos de torpedos centrados, o que permitia a bordada de quatro.


Durante a guerra foram incorporadas na “Reggia Marina” outras trinta três unidades semelhantes, só ligeiramente melhoradas, cuja única vantagem era serem navios de fácil construção em séries grandes e baratos, mas de reduzido valor táctico, apesar da excelência do desenho. Não eram verdadeiros torpedeiros, não dispunham de artilharia de superfície suficiente e as suas defesas anti-aéreas também não garantiam qualquer protecção significativa.


Submarinos: A Itália entrou na guerra com 117 submarinos operacionais e 26 em construção mais ou menos adiantada. Outros estavam em início de construção, não tendo chegado a ser incorporados durante o conflito e um pequeno grupo de 10 destinavam-se ao transporte de mercadoria, também sem terem chegado verdadeiramente a entrar em serviço. Acrescente-se ainda um certo número de mini-submarinos e toda uma série de torpedos pilotados e sistemas de combate submarino na base de homens rã. Neste campo, os italianos foram os mais bem sucedidos.


A Itália possuía bastantes cruzadores-submarinos, se bem que os mais antigos das classes Balilla, Etore Fiaramosca e Archimede não se revelaram nada eficazes. Muito lentos à superfície e mergulhados, bem como em tempo de imersão, pelo que não se apresentavam como militarmente válidos. Além disso, as primeiras unidades tinham mesmo problemas de estabilidade. Eram como que submarinos coloniais. Por cruzador-submarino entendiam os italianos as unidades de muito mais de mil toneladas de deslocamento armados com duas peças de 100 ou 120 mm e 6 a 8 tubos lança-torpedos. A classe Glauco de duas unidades de 1935, inicialmente encomendada por Portugal, mas cancelada por razões técnicas e financeiras, situava-se numa posição intermédia em termos de deslocamento, mas ainda eram submarinos armados com 8 tubos e 2 peças de 100 mm/47 calibres.



Forças Inglesas


Contra a relativamente poderosa esquadra italiana, os ingleses colocaram no Mediterrâneo forças consideráveis organizadas em duas esquadras, a do Oriente sob o comando do almirante Cunningham com base em Alexandria e a Força H com base em Gibraltar destinada a actuar no Atlântico ou no Mediterrâneo. Ao todo, os britânicos contavam com seis couraçados, dois porta-aviões e um número apreciável de cruzadores, 33 contratorpedeiros e alguns submarinos. Graças à arma aérea embarcada estavam numa posição de equilíbrio ou até de superioridade.


No início do conflito, em 1940, os italianos acreditavam que podiam destruir unidades navais com bombardeamentos em altitude praticados pelos seus trimotores “Savoia S 79”, o que se revelou errado. Posteriormente, estes aviões foram utilizados como torpedeiros aéreos com mais eficácia, mas não muita, já que nem sempre se aproximavam o suficiente dos navios a atacar para conseguir o êxito pretendido pela missão.


Os nazis alemães ficaram na altura muito admirados com a forte presença naval britânica no Mediterrâneo, já que então preparavam intensamente aquilo que poderia ter sido a invasão alemã da Grã-bretanha. Obviamente, a direcção britânica não acreditava na possibilidade de os alemães conseguirem com as suas reduzidas forças navais atravessar a Mancha, o que foi rapidamente reconhecido pelo próprio comando alemão que desistiu da operação sem ter verdadeiramente feito mais que juntar nalguns portos franceses um certo número de barcaças.


As forças britânicas eram no essencial constituídas por:
Couraçados: 6 unidades; três em Alexandria e três em Gibraltar. No primeiro dos portos, sob o comando do almirante Cunnigham, o Warspite e o Malaya da mesma classe, deslocando 27.500/31.500 toneladas com 8 peças de 381 mm, de 1915 e 1916, se bem que o Warspite tivesse sido modernizado nos anos vinte e praticamente reconstruído em 1934-37. Eram navios bem mais lentos que os italianos, pois só faziam uns 23 nós, mas com maior fiabilidade pelo que estavam muito mais tempo disponíveis para atingir a velocidade dos seus contendores e as peças de 381 mm revelaram-se como o melhor que a indústria britânica alguma vez produziu, tanto em precisão de tiro como em alcance.
Na Força H de Gibraltar estava incluído o Valiant da mesma classe com características idênticas às do Malaya. Em Alexandria, também tinha a sua base o Royal Sovereign de 28.000/31.000 toneladas de 1916 igualmente armado com 8 peças de 381 mm como artilharia principal, enquanto Gibraltar abrigava o Resolution da mesma classe, navios em todos os aspectos muito semelhantes aos anteriores.


Além disso, Gibraltar contava com o que era então considerado o mais poderoso navio de mundo, o couraçado ou cruzador de batalha Hood de 42.670/45.200 toneladas de 1920 armado com 8 peças de 381 mm, 12 de 140, 4 de 102 AA e 4 de 47 mm AA. A blindagem na cintura atingia os 300 mm, um máximo para época, tal como as barbetas da artilharia principal, mas no convés a protecção eram bem menor, apenas 100 mm no máximo, o que tornava o navio vulnerável à artilharia de longo alcance e tiro muito curvo, bem como às bombas aéreas. Era de facto o navio poderoso em termos mediáticos, mas com muitos defeitos que vieram a verificar-se posteriormente em poucos minutos de combate. Classificado como cruzador de batalha, o Hood fazia 31 nós com os 144 mil cavalos-vapor das suas turbinas “Brown-Curtis” alimentadas por 24 caldeiras “Yarrow”.


Porta-aviões: O Eagle, baseado em Alexandria, de 21.630/26.000 toneladas foi incorporado em 1918 a partir da conversão do couraçado Alm. Cochrane destinado à Marinha Chilena que em 1914 ainda estava em construção nos estaleiros britânicos. Foi o primeiro porta-aviões de convés corrido para servir de pista aos aviões e uma ponte lateral, tudo em chapas de aço de 24 a 40 mm. A protecção lateral na cintura chegava aos 115 mm, o que não foi suficiente para impedir o navio de ir para o fundo com um torpedo disparado pelo submarino alemão U-73 em 1943 no Mediterrâneo.


O Ark Royal; foi o primeiro porta-aviões construído de raiz entre 1935 e 1938. Deslocava 22.000/27.720 toneladas e possuía uma excelente pista para aviões toda corrida e muito alta, a cerca de 18,5 metros da superfície do mar com duas catapultas a vapor que impulsionavam aviões até 5,5 toneladas a 66 milhas horárias. Fazia 31 nós com 3 turbinas Parsons de 102 mil cavalos-vapor. Apesar da sua protecção submarina em materiais “sanduíche” foi para o fundo com um só torpedo lançado pelo U-81 em Novembro de 1941 que esventrou a parte mais profunda do costado e parte do fundo junto a uma das caldeiras.


O Illustrious e o Formidable de 23.000/26.620 toneladas, incorporados em Maio e Novembro de 1940, respectivamente, também combateram no Mediterrâneo até serem atingidos por bombas aéreas que os obrigaram a prolongados tempos de imobilização em estaleiro. Os hangares e convés-pista blindados aguentaram algumas bombas sem provocar o afundamento destes dois porta-aviões.


Em Alexandria, Cunnigham dispunha ainda de sete cruzadores armados com peças de 151 mm, vinte e dois contratorpedeiros e 12 submarinos. Em Gibraltar, outros tantos navios do género desdobravam-se entre o serviço no Atlântico e no Mediterrâneo e as rendições com unidades vindas da Grã-Bretanha, pelo que não podem ser todos contados como navios da Batalha do Mediterrâneo.


A derrota francesa deixou as forças britânica sós perante o poder relativo da marinha italiana, que não possuía radares, nem bom treino de artilharia, bons sistemas de comunicação e cifra e, acima de tudo, debatia-se com falta de combustível. Mesmo assim, a Batalha do Mediterrâneo saldou-se numa primeira fase na vitória dos italianos, ou antes, germano-italianos, já que a força aérea alemã passou a actuar em força em conjunto com as forças terrestres quando os italianos foram quase derrotados pelos gregos na tentativa de conquistar aquele país mediterrânico. Mussolini sonhava com um Império Romano do Mediterrâneo e queria a Grécia, a Tunísia e o Marrocos e, principalmente, o Egipto, falhando em terra sempre que iniciou uma ofensiva.








publicado por DD às 18:12
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